Suponha, ou a ciência do chute.

CHUTE pode ser descrito como “cálculo hipotético universal técnico estimativo”. Uma definição para amparar a nossa incapacidade de ter uma certeza. É uma suposição, com tudo o que sabemos até aquele momento. Eu uso suposições para poder seguir em frente, quando me falta conhecimento sobre determinado assunto.

Suposições e o conveniente

Quando eu tenho suposições, posso ir por dois caminhos. Abrir para perguntas ou aceitar que isso pode ser verdade, até que se prove o contrário. Uma suposição pode ser conveniente. Eu trago algo como suposição por não querer gastar o tempo necessário caso eu classifique como uma real dúvida. E não tenho nada a nãoContinue a ler “Suposições e o conveniente”

Certezas, incertezas… e o “eu acho”. Que muitas vezes vira um “faremos assim”.

Eu estava vendo uma entrevista do Cortella, comentando sobre “o achar”. Na conversa ele trouxe que a gente pode achar o que quiser, desde que não tenha consequência concreta. Aí que o jogo começa a ficar diferente. Na programação neurolinguística a gente fala em condições de boa forma e uma delas fala sobre “ecologia”. QueContinue a ler “Certezas, incertezas… e o “eu acho”. Que muitas vezes vira um “faremos assim”.”

Você é repentista? Precisamos de repertório para funcionar no presente.

Você consegue funcionar no improviso, com o resultado da sua prática?Ou está repetindo e copiando de outros lugares? Do “by the book“? Uma das coisas que mais aprendo com a prática de consultoria e projetos “pressão” foi entender como ganhar contexto rápido sobre o que está acontecendo.

Reportar erros ou evitar? Os dois.

Muitas vezes erros não são reportados, pela cultura de medo presente. Já estive em ambientes onde a resposta era “deixa a pessoa que usa o software reportar primeiro, não vamos corrigir antes“. Essa foi a resposta sobre um defeito encontrado em testes internos. Pelo menos foi permitido registrar como um defeito conhecido.  Depois ao longoContinue a ler “Reportar erros ou evitar? Os dois.”

Se você diz o que precisa ser feito, você pode até estar colaborando, mas não está em colaboração.

Quando você diz para uma pessoa o que ela precisa fazer e como ela precisa fazer, você até pode dizer que está colaborando com o crescimento profissional da pessoa. Afinal, a pessoa consegue modelar o seu jeito de organizar trabalho, sua maneira de priorizar, sua maneira de preparar o que precisa ser feito. Eu aprendiContinue a ler “Se você diz o que precisa ser feito, você pode até estar colaborando, mas não está em colaboração.”