Se eu pudesse eu não faria nada, nem esse post. Certo, mas esse eu fiz.

Você já teve estes momentos de pensar em “se eu pudesse“? Eu estava ouvindo Wander Wildner e parei pensando na frase. Pensei também o que nos impede muitas vezes. O pensamento de outras pessoas aparece em muitas conversas que tenho sobre este assunto. A decisão nunca é organizada, é sempre subjetiva no impacto que outrasContinue a ler “Se eu pudesse eu não faria nada, nem esse post. Certo, mas esse eu fiz.”

Os dois minutos e a pessoa otimista… não subestime o tempo para iniciar e fechar uma tarefa de “dois minutos”.

No GTD (Getting Things Done) tem um lance do workflow sobre o que fazer quando uma tarefa aparece na sua frente e ela demora 2 minutos. Essa técnica é tida como uma bala de prata por muitos “gurus da produtividade“, em seus blog posts de topo de funil para converter galera nos seus serviços. ServeContinue a ler “Os dois minutos e a pessoa otimista… não subestime o tempo para iniciar e fechar uma tarefa de “dois minutos”.”

Interdependente. Ou a importância do “nós”.

Tem muita coisa que eu faço que só depende de mim e precisa atender somente a mim. Esta escrita aqui por exemplo, é um caso. Eu escrevo para praticar e deixo pro mundo, para o caso de ressoar para alguém. Não tenho uma necessidade de conexão ou que você goste do que eu escrevo. NemContinue a ler “Interdependente. Ou a importância do “nós”.”

Raiva, mas não a doença. Ou de qualquer jeito ela nos deixa doentes?

Se tivesse uma personagem do divertidamente dentro da minha cabeça, seria a raiva. Por vezes eu gostaria que fosse a tristeza. A raiva me impede de sentir o que preciso sentir muitas vezes. Só que a raiva aparece em momentos que eu precisava silenciar. Ela vem pra demonstrar ira por algo que não deveria estarContinue a ler “Raiva, mas não a doença. Ou de qualquer jeito ela nos deixa doentes?”

Tempo de silenciar?

Qual seria o momento de parar? De não fazer nada mais? Tipo só por um pouquinho?  Para algumas pessoas, a pressão social de escolhas de carreira, carro, casa e outras parece impedir um real encontro: com o nosso presente. Com o agora. Sempre estamos correndo por alguma coisa que “não temos“. Digo “não temos” poisContinue a ler “Tempo de silenciar?”