Suponha, ou a ciência do chute.

CHUTE pode ser descrito como “cálculo hipotético universal técnico estimativo”. Uma definição para amparar a nossa incapacidade de ter uma certeza. É uma suposição, com tudo o que sabemos até aquele momento. Eu uso suposições para poder seguir em frente, quando me falta conhecimento sobre determinado assunto.

A oportunidade vai embora, lembra disso

Um professor uma vez me falou que oportunidade era para ser agarrada de frente. Depois dela passar, não existe “dar um jeito” de recuperar. Acredito muito nestes momentos e trago eles pra perto de mim quando penso em priorizar. Quando priorizo, estou dando atenção para oportunidades. Existe um processo de decisão, entendimento se algo vaiContinue a ler “A oportunidade vai embora, lembra disso”

Você pode não fazer nada, mas um dia vai sentir.

A gente evolui, querendo ou não. A cada situação que nossas mentes e corpos passam, temos nova consciência. O que não era possível ser percebido, agora é. Você pode escolher não sentir, mas não é sua escolha. Você pode escolher suprimir os sentimentos, mas você não suprime. Você está sentindo tudo, e reprime ao nãoContinue a ler “Você pode não fazer nada, mas um dia vai sentir.”

Quem acalma quem acalma?

Eu me sinto uma pessoa introvertida. Sou quieto, observador e acabo por ser bastante imaginativo. Funciono bem criando cenários e pensando em piores casos por vezes, não por pessimismo, mas para amplificar o pensamento. Normalmente estou sempre disponível para apoiar quem está precisando conversar, quem precisa de escuta, quem tem um problema. Falo que nãoContinue a ler “Quem acalma quem acalma?”

Cinco minutos para o silêncio, para respirar. Ou… eu preciso deixar meu eu jogar.

Treino é treino, jogo é jogo. Amistoso não é jogo. Agora, o modo treino e o modo jogo deveriam ser um só, mas por algum motivo meus sensos não detectam essa urgência nos esportes. Eu sei que o meu modo treino funciona muito bem. Presente, focado em acertar a próxima bola, em fazer o próximoContinue a ler “Cinco minutos para o silêncio, para respirar. Ou… eu preciso deixar meu eu jogar.”