Follow Friday #FF – Você usa?

Eu comecei a fazer o uso da hashtag #FF (Follow Friday) nas sextas-feiras para poder referenciar uma galera que eu considero fera. Fui atrás para saber boas práticas sobre o assunto.

Meu processo está sendo: 

  1. Fazer o uso dos #FF temáticos. Ou seja, todas pessoas referenciadas estão ali por algum motivo.
  2. Adicionar no #FF o motivo. Eu tenho procurado usar hashtags para poder situar a função dos #FF naquela semana.
  3. Procurar fazer poucas menções. O legal pode ser fazer a indicação da pessoa e explicar porque.
  4. Faça sem esperar que alguém faça por você.

São poucos pontos, mas que na minha prática tem funcionado legal. Aproveita que hoje é sexta-feira e faz um teste aí!

Eventos abertos de agosto que vou palestrar!

Neste mês de agosto tem alguns eventos legais que vou participar em São Paulo! Chega aí!

  • 28 de agosto: workshop Da visão à Produção, para quem quer aprender mais sobre empreendedorismo, metodologias ágeis, modelos de negócio. Um dia inteiro com várias técnicas e práticas legais. Business Canvas, validação de modelos de negócio, modelagem de negócios, marketing, lean startup, gestão de tempo e outras muitas coisas legais para quem desenvolve produtos e quem quer criar novos produtos, serviços, trabalhar com inovação dentro da sua organização.
  • 29 de agosto: QCon. Estarei com um tutorial sobre User Stories!
  • 30 de agosto: tutorial Qual é o Seu Tempo dentro do É Dia de Java, em São Carlos. Edição especial!
  • 31 de agosto: palestra no É dia de Java, falando sobre evolução de um time de desenvolvimento, passando por várias práticas, até que este time começa a se envolver com marketing.

 

Muitas abas no Chrome!

tab-switch-plus Google Chrome aberto. O que se vê? Abas, muitas abas. Até não conseguir mais ver os ícones.

Por padrão eu tenho as seguintes abas abertas:

  1. inbox de caixa de email 1
  2. inbox de caixa de email 2
  3. inbox de caixa de email 3
  4. facebook
  5. google plus
  6. tweetdeck (gestão de contas twitter)
  7. yammer (usamos desde 2009 e estamos  avaliando na empresa ele x google plus… vale um post!)

Então basicamente, meu navegador “Hello World” possui 7 abas.

Para facilitar a navegação entre as abas, o Guilherme Elias me deu uma dica de uma extensão do Google Chrome, que é muito simples, e ela monta um menu onde se consegue navegar de forma simples entre as abas.

O nome da extensão: Tab Switch Plus. Aproveite!

Incubadoras, aceleradoras, capacitação, execução, inspiração – Quem faz?

O mercado de empreendedorismo vem crescendo e muito no Brasil. Conhecer mais sobre modelos de negócio e desenvolvimento de negócios é um skill que deveria (eu acho que deve!) ser padrão para qualquer profissional. Independente da sua área de atuação.

Quem faz parte deste ecossistema?

Continue a ler “Incubadoras, aceleradoras, capacitação, execução, inspiração – Quem faz?”

Agile Kickstart – Papo sobre Cultura Organizacional e Cultura Ágil

Fiz uma palestra para uma galera fera de Porto Alegre sobre cultura organizacional e cultura ágil.

Um time que está iniciando o caminho nas metodologias ágeis, deve ter um foco muito forte na cultura. No trabalho de entender sua cultura e ver formas de como trabalhar cultura de prevenção, cultura de aprendizado e cultura de melhoria contínua.

Nesta palestra falo um pouco sobre eXtreme Programming, sobre Scrum e sobre Lean, sempre puxando aspectos importantes que um time deveria dar atenção quando o assunto é a mudança cultural.

Cultura de aprendizado e formação de equipes de alto desempenho — GU Day SUCESU-RS 2013

O assunto Cultura de Aprendizado é um assunto que me cativa demais. Seja pelo meu objetivo de vida de me tornar inútil e ajudar lideranças a serem formadas, mas também pela questão de formação de times de alto desempenho. Ajudar a desenvolver profissionais que sejam melhores profissionais, dia após dia. Lembrar que tudo isto é um processo de adaptar e desenvolver a governança corporativa.

É algo que envolve a cultura da organização, envolve uma questão de atitude de cada pessoa, e principalmente o grupo, a sinergia que o grupo consegue desenvolver.  No final, o que se quer é viver feliz, desenvolvendo um trabalho de valor, e evitar a famosa aposentadoria por alívio.

A cultura de aprendizado sendo trabalhada vai ajudar a desenvolver uma cultura de prevenção. E tudo começa a fazer sentido. Um time mais responsável, com liberdade e muita colaboração para fazer as coisas acontecerem.

— Daniel Widt (assine meu canal de vídeos)

Em busca de um ritmo

banner-A-300x250Me perguntaram dia desses:

“Como fazer para voltar a ter paz com um cliente? O cliente não parava de pedir coisas e estava fora de controle. O time não conseguia atender as demandas, já que sempre vinham novas demandas. E o time não tinha como  negociar com o cliente para acertar as entregas.”

Não tem jeito fácil de virar este jogo. Pegando experiências que tive com equipes, normalmente se passa por três passos:

O primeiro é “aceitar a falha”. Entender que existe um problema com a equipe. Tomar consciência disto. O cliente não é o culpado. Ele pediu, e a equipe aceitou fazer e entregar. Mesmo sabendo do seu histórico. Não existia nenhuma restrição “segurando o cliente” de pedir mais. Esta restrição será criada com as próximas ações.

O segundo passo é trabalhar com a priorização das demandas. Ensinar os clientes a classificar as próprias demandas. Fazer este trabalho junto com os clientes. Capacitando eles, por exemplo a pensar sobre “o que acontece se eu não implementar esta funcionalidade?”. Pequenos detalhes que ajudam na percepção de demandas x valor x real necessidade.

O terceiro ponto que considero importante é o time estabelecer um ritmo de entregas. A equipe deve estabelecer um ritmo de entrega com os clientes. Se não está conseguindo entregar, baixe a velocidade. Aceite a falha novamente. Não corra. Apressar uma entrega pode ser a geração de um defeito no seu código fonte. Qualidade não é opcional.

Com as ações de melhoria contínua, o time vai melhorar, vai ser mais consistente nas entregas, vai ouvir mais o cliente. Agora, o que o time não pode deixar de dar atenção é na questão simplicidade. E lembrar, lá do manifesto ágil:

Simplicidade é a arte de maximizar o trabalho que não é feito. 

Sempre dando atenção a questão simplicidade, garantindo que a comunicação com o cliente está fluindo e a priorização ocorre e que o ritmo está sendo interessante para a equipe e para o cliente, a equipe ganha espaço para seguir melhorando e buscando melhorar ainda mais a qualidade do serviço que presta.

Este ciclo de melhoria não pode parar. Já falei em outros posts, é como Deming dizia:

Não é necessário mudar. Sobreviver não é obrigatório.

Evento online sobre RAD Studio XE4! Novidades do Delphi!

No dia 11 de junho vai acontecer um webinar sobre o RAD Studio XE4, a partir das 14h30min!

O que vai ser tratado?

  • Desenvolvimento Multidispositivo
  • O novo compilador
  • Evoluções da Linguagem Delphi
  • Templates para aplicações móveis
  • Controles e estilos nativos, Actions e Gestures
  • Acesso nativo a sensores
  • Banco de dados embutido
  • Desenvolvimento multicamadas

Curte Delphi? Aproveita e se inscreve no evento!

Se quiser dar uma olhada em vídeos sobre o produto, existem alguns bem legais no site da embarcadero!

JustJava 2013! Aí vamos nós!

Tenho desde 2006 participado do JustJava, palestrando e colaborando com a comunidade Java brasileira. Infelizmente ano passado não consegui participar e estava torcendo para chegar logo a edição de 2013!

Neste ano estarei palestrando junto com Guilherme Elias, e faremos um papo sobre arquitetura de software, e nuvens! Pensando sobre os desafios de fazer um sistema funcionar em cloud computing e todos os desafios legais que podemos enfrentar para ganhar em estabilidade, escalabilidade e qualidade.

Veja os detalhes da apresentação. Ela ocorre no dia 7/junho a partir das 17h30min lá no JustJava:

Indo para as nuvens? Cuidado! A queda pode ser grande!

Cloud Computing é o termo da vez, e muitas empresas querem testar e fazer uso do conceito. Colocar seus projetos e produtos podendo usar uma estrutura com precificação diferenciada e com controle dos recursos utilizados.

Você pode colocar seu projeto como está em uma infraestrutura em produção. Mas aí você descobre que pode pagar pelo o que usa. E neste momento se começa uma busca por economia de centavos em tudo o que é possível. E esta busca torna nossa arquitetura mais flexível, nosso código precisa ser simples e componentizado. Nossos recursos computacionais precisam ser melhor alocados. Mais disponibilidade. Mais restrições. Horários de descanso dos sistemas? Sim! E adeus servidor com muita RAM! Olá pequenos servidores!

Vamos tratar nesta palestra sobre desafios no desenvolvimento de software para usar conceitos como infraestrutura como serviço (IaaS) e plataforma como serviço (PaaS). Identificar restrições importantes de serem levadas como regras nos projetos, padrões de arquitetura, de integração e de projeto que se tornam úteis para organizar a evolução de um software nas nuvens.

Quer saber mais sobre o evento? Aí vão alguns links:

Quer praticar programação? Coding Dojo!

Todos times deveriam ter um momento de prática. Um momento para desligar e viver situações diferentes. Treinar programação. Compartilhar pensamentos que não apareceriam no dia a dia de projeto.

Um Dojo é o lugar do caminho, é a casa dos praticantes de artes marciais. Desenvolvimento de Software além de ser uma atividade criativa, é uma arte. E como tal, deve ser estudada, praticada, e melhorada de forma constante.

A troca de experiências que ocorre em uma sessão de treinamento, entre pessoas com mais experiência e iniciantes é algo  único, uma oportunidade de aprender e de ensinar. De colaborar e ajudar na formação de melhores desenvolvedores.

É um ambiente de colaboração. Competição não possui lugar. É um ambiente de treinamento, onde práticas do eXtreme Programming como Desenvolvimento Orientado a Testes (TDD), Design Simples, Programação em Pares e Posse Coletiva podem ser compartilhadas. As ideias devem ser provadas com código. E todo novo código precisa aparecer evoluindo dentro do ciclo do TDD (Red-Green-Refactor). Explico: primeiro se faz a criação de um teste falhando um determinado cenário em foco, depois criar o mínimo necessário de código para fazer o teste passar e por fim aplicar técnicas de refatoração para melhorar a estrutura do código fonte, deixando ele mais simples. Ciclos curtos fazendo isto até fazer o que precisa ser feito.

Normalmente para se fazer um dojo se precisa de:

  1. Um problema a ser resolvido. É normalmente um problema de lógica, onde através de técnicas de design, evolução constante do código através da criação de testes e pequenos passos, este problema vai sendo trabalhado e evoluído. Eventualmente se pode chegar na solução do problema, mas o propósito do Dojo é estudar situações e oportunidades de projetar e resolver um determinado problema.
  2. Datashow ou forma de compartilhar o que está ocorrendo com os participantes.
  3. Uma estratégia para tocar o Dojo. Existem algumas, como o (a) Prepared Kata, onde um especialista resolve o problema do início ao fim. O que mais uso, o (b) Randori Kata, possui um timer tocando a cada 5-7 minutos, indicando uma nova rotação a ser feita. Temos apenas um computador sendo usado nesta abordagem, assim como é com o Prepared Kata. A cada rotação o desenvolvedor que ficou na máquina tem a tarefa de passar o conhecimento e situar quem está chegando. Aqui estão as oportunidades perfeitas para parear pessoas com grande diferença de conhecimento. Assim o aprendizado funciona muito melhor. Ainda temos o conceito de (c) Kake Kata, onde pequenos grupos se formam e resolvem o mesmo problena. As rotações ocorrem dentro do grupo e entre grupos. O desafio neste caso comparado com o Randori, é que a cada ciclo, estaremos visualizando código diferente e que não foi tocado anteriormente pelo time. Então o processo de aprendizado tem mais desafios.
  4. Pessoas. Pelo menos 1 pessoa. Se pode fazer um Prepared Kata e gravar para publicar online.  🙂
  5. E o tempo? Uma hora pode ser o suficiente para passar a mensagem e fazer o time trabalhar junto. Gosto de usar 60-80mins de tempo de trabalho.

E quer saber qual a parte mais legal? Esta estrutura de pareamento e colaboração pode ser usada para diversas abordagens! Desenvolvimento de um Business Canvas, escrita de requisitos em um dojo de análise de negócios, e por aí vai.

Update Jan/2019, vídeo sobre Coding Dojo.

Extras:

Dúvida para o seu primeiro Dojo? Pegue um problema simples como o FizzBuzz, escolha uma linguagem, um framework de teste e mande ver!