Palestra RS on Rails 2013 – Construa um produto. Quando? Neste final de semana.

RsRails

Hoje foi dia do RS on Rails, evento da comunidade Ruby do RS. Eu gosto muito de participar do evento, pelo engajamento da comunidade. Reencontro com muita galera que eu respeito pelo trabalho que faz.

Fiz uma palestra com um título instigando o pessoal a criar um produto. Que seja até só para o fato de criar um. O objetivo não é fazer dar certo, mas entender o processo de pensamento e desenvolvimento da ideia. O pior que pode ocorrer nisso tudo é dar certo. 🙂

Falei sobre muita coisa que gosto. A apresentação pegou alguns aspectos.

  1. Falar sobre a pessoa que vai querer criar o produto. Comentei características que precisamos desenvolver como profissionais.
  2. Depois falei sobre vontades, aí convocando o pessoal a pensar em ideias que querem fazer acontecer, criando algum tipo de restrição de tempo para fazer acontecer. Comentei aqui sobre o Business Model Canvas e sobre o Lean Canvas.
  3. Os medos. Muitas vezes não fazemos algo porque temos medo. Receio de falhar. Aí eu reforço que a falha já está nos acompanhando. Que o nosso objetivo é sair da inércia de estar em um modo falha. Isto nos ajuda a perceber que nada temos além de uma ideia, que provavelmente outras pessoas pelo mundo tiveram e algumas devem ter até implementado.
  4. As capacidades. Considero o conhecimento de Metodologias Ágeis, e no caso de quem é desenvolvedor, se especializar em práticas focadas na engenharia de software. Neste sentido o eXtreme Programming é a melhor das metodologias para focar. Também puxo no aspecto cultural, da melhoria contínua e cultura de aprendizado, prevenção. Neste sentido ninguém melhor que o Lean para puxar todo o conhecimento que precisamos. E no final comentei sobre momentos de reflexão. Precisamos parar para refletir sobre o que estamos fazendo, para podermos melhorar.
  5. E o plano? A base do plano vai nas premissas: (a) tudo é um experimento, (b) estamos funcionando em ciclos PDCA (Plan-Do-Check-Act) ou BML (Build-Measure-Learn) e (c) que apesar do mundo lá em cima nos sonhos ser lindo, estamos aqui para validar ideias. 🙂
  6.  Ah sim, o plano!! Fui trabalhando com o pessoal aspectos que considero úteis para a montagem do plano de um produto, e algumas ferramentas que podem ser bem úteis para apoiar o processo. Na prática o que queremos aqui é conseguir clientes, nutrir eles e tratar bem, para que eles se tornem fãs do seu produto e serviço e praticamente defensores do que você faz. Eles vão ajudar a trazer novos clientes, porque vão se sentir parte do seu processo do dia a dia.

Eu gostei muito de fazer esta palestra. E espero que ela comece a render frutos. O ponto é que as pessoas que se cadastraram durante a palestra, e na prática qualquer um que se cadastrar a partir de hoje, vai fazer parte de um grupo seleto de pessoas que eu vou ajudar e trocar ideias sobre as coisas que estou testando e sobre coisas que eles queiram testar e criar.

Esta palestra provavelmente daqui alguns meses vai virar um curso, e até lá e depois mesmo, estas pessoas que estão me ajudando poderão ganhar novos conhecimentos enquanto eu vou ajustando e agrupando os conhecimentos para criar este curso.

Se interessou?

Então dá uma olhada nos slides aí e entra pro time.

Eventos confirmados que estou organizando durante Q4/2013!

Olha estes eventos que estou organizando e executando neste trimestre! Todos confirmados e em Porto Alegre! Venha participar e traga seus colegas e amigos. Qualquer dúvida façam contato!

17/outStartupDojo! Foco em Business Model You, D-E-A-L e outras dinâmicas legais para falar sobre você. Venha praticar!

28/outAgile KickStart, com o módulo de UserStories. Vamos falar de vários princípios e práticas legais para quem está desenvolvendo projetos e produtos. Saiba como definir o que precisa ser alcançado em um projeto, montar uma visão de planejamento e roadmap. Contexto dentro da aplicação da cultura ágil, e gestão de projetos ágeis.

13/novQual é o seu tempo? Workshop para você ganhar habilidades de planejar sua vida e carreira, trabalhar gestão de tempo, e ainda ganhar contexto sobre como buscar momentos de reflexão, planejar seu dia, seu mês e seus próximos objetivos de vida. Já pensou no seu estilo de vida? Em qual é o tempo que faz sentido para você? Técnicas: GTD, SongDoro, Pomodoro, várias coisas legais que metodologias ágeis que podemos usar no nosso dia a dia.

21 e 22/novDa visão à produção + StartupDojo – duas noites de treinamento para trabalhar teoria e prática.

Eventos para dezembro ainda a serem definidos! Tem sugestões? Manda o teu comentário!

#blogabout 8/out

Falando com o Thiago Esser sobre definir preços das coisas, lembrei da palestra do Fabio Pereira (ThoughtWorks) no Agile Brazil 2013.

Se você está querendo saber para onde vai o seu tempo quando você está na frente do computador, e você curte ferramentas de software, uma ferramenta que pode ajudar é o produtivo.eu. Dá uma conferida. Eu particularmente acabo me guiando quando é o caso pelos Pomodoros e Songdoros, tentando entender minha cadência e buscando o máximo de foco. Mas no passado já usei ferramentas para poder entender em que aspectos do meu dia acabava usando meu tempo.

No QCon de São Paulo, ministrei um workshop chamado User Story Mapping. A escrita de User Stories, um dos pilares das práticas ágeis, incluindo uma discussão de formatos possíveis e o padrão 3C (Card, Conversation, Confirmation), tamanhos e estimativas (ou entendimento das classes de serviço), critérios de aceitação, épicos e técnicas de apoio (exemplo paper prototyping). Este mesmo workshop é o que vou fazer com o Rafael Helm no dia 28 de outubro lá no TecnoPuc.

#blogabout 7/out

Hoje fui dar uma palestra em um pós-graduação falando sobre desenvolvimento de equipes de alto desempenho, metodologias ágeis, cultura organizacional, conceitos como forming, storming, norming, performing e outras coisas legais.

Fiz um tweet sobre o Prof. Clóvis, sobre uma entrevista que ele fez no Jô Soares.

O Kevin Daum faz posts no inc.com, e ele fez um muito legal sobre como ensinar qualquer coisa para qualquer pessoa. Gostei muito da abordagem, e tem dois tópicos que eu curto muito do que ele falou:

  1. Apresentar com propósito e paixão é um deles. Eu me motivo muito quando estou palestrando. Quero passar histórias e contextos dos assuntos que vivi e vivo
  2. Deixar os aprendizes guiarem o aprendizado. Eles são os agentes de mudança, que devemos capacitar.

Fazendo o meu #blogabout funcionar

Todo dia quando aparece algum link legal na minha frente, eu anoto em um arquivo chamado “blogabout“. Vai ali tudo o que preciso dar uma segunda olhada, estudar, criar em cima, usar para algo que estou trabalhando, e por aí vai.

A partir de hoje vou postar aqui no blog justamente o que colei ali durante o dia.

Sem “preparação”.

Normalmente é um link e um texto de apoio para eu me lembrar porque colei aquilo do arquivo. Vou compartilhar com vocês. A tag será “blogabout”.

Vamos ver como vai rolar!

Cada rede social no seu foco!

Em 2012 tinha feito um post falando sobre redes sociais e carreira, e como dar foco em todos canais possíveis.

Acontece que hoje em dia todas redes sociais tem o conceito de linha do tempo, gostar, compartilhar, referenciar, e quando se fala em compartilhar ainda se consegue ações como compartilhar em outras redes.

Então é bem fácil certo? É só pegar o mesmo texto e postar em todas as redes igual né? Não… não é. O engajamento muda de rede para rede. A hora de leitura, a hora de pico muda de rede para rede. A forma de se expressar muda de rede para rede.

E tem alguns problemas… quer ver?

Exemplo: no instagram compartilho uma foto e digo ainda para compartilhar a mesma no twitter. Mas aí no texto da foto eu faço referência para um amigo do instagram, mas no twitter ele tem outro “nome”. Para piorar a situação, o meu twitter estava ligado ao facebook. Então era uma atualização em cascata. Referenciando pessoas erradas. Nada legal. A história se perde.

Estou cada vez mais buscando ser único no momento de postar, no sentido de redes sociais atingidas. O  tipo de post no facebook é diferente do post no google plus que é diferente no twitter e do instagram. O mesmo vai valer para o linkedin, youtube e outras redes que vocês possam se lembrar. Para ter ideia de onde estou “funcionando”, deixo o link do about.me/dwildt.

O ponto todo é lembrar o que funciona melhor em cada rede. Saber qual o efeito que se busca com um determinado post… é comentário, é um gostar, é um compartilhamento. E da mesma forma, o que se quer gerar? Esperança, raiva, amor, uma causa?

Com base nisto, estou buscando usar as redes para contar histórias, mas para ter a história toda, as pessoas terão que me seguir nos diversos perfis, e quando visualizarem algo meu, na grande maioria das vezes** não será com um pensamento do tipo “ah, já vi isto hoje na rede tal“.

Mas.. Daniel… explica esse “grande maioria das vezes”!?

O ponto é que as vezes queremos evitar a fadiga, e no meu caso não quero simplesmente que todo tweet vire um update no facebook. Nem que toda foto no instagram vire um tweet e um update no facebook e um upload no flickr.

Então, o que acabei fazendo é buscar a melhor linguagem para cada rede. Deixarei algumas dicas, mas já aviso que isto é assunto para outro post. Vários posts. 🙂 Quero focar aqui em algumas ferramentas que estou usando para trabalhar o assunto.

Twitter: desconectei as atualizações diretas no facebook. Mas não queria perder a habilidade de poder atualizar de vez em quando o facebook. Para isto ativei o Selective Tweets. Com esta ferramenta, consigo enviar updates para o facebook usando a hashtag #fb. O legal é que quando o post sai no facebook, a hashtag #fb “some”. Da mesma forma, qualquer referência a nomes, exemplo @dwildt se transforma em Daniel Wildt (@dwildt). Ainda aparece no update além dos comentar e curtir uma opção para as pessoas seguirem meu perfil no Twitter. Foco no Twitter? Informação. Links. Hashtags. E para gerenciar as diversas contas de twitter que possuo, utilizo o TweetDeck. Ainda pode ser instalado por um plug-in do Chrome. Assim todas minhas configs e agendamentos podem ser acessíveis de qualquer site. E não preciso ficar atualizando software nem fazendo download.

Facebook: uso somente profissional e de vez em quando puxando ações e visões dos esportes que pratico. Aqui no facebook tenho a visão do meu perfil e das páginas que gerencio. Faço tudo pelo cliente web do facebook e de vez em quando pelo app Pages Manager para iPhone. Em resumo consigo fazer operações de agendamento e também criação de propagandas.

Instagram: tenho deixado as fotos somente na própria rede. Quando vou compartilhar, faço a imagem ter apenas links e hashtags. Sei que com isto consigo fazer funcionar no Twitter e no Facebook, se precisar fazer o compartilhamento com estas redes.

LinkedIn: tenho feito updates na linha do tempo do linkedin. E tenho recebido likes e comentários. Isto é interessante e ver que a rede está ganhando poder neste sentido. No linkedin tenho a minha conta do Twitter ligada, e neste caso posso fazer posts usando #in para os mesmos serem colocados como updates no Linkedin.

YouTube: aqui tenho usado o conceito de sempre compartilhar no Google Plus inicialmente algum vídeo novo. O mesmo vale no Twitter. O que é legal é que pelo youtube.com se consegue fazer publicação agendada de vídeos. Agora, o que tenho usado como chave, é sempre compartilhar um vídeo com um link de uma playlist. Tudo para gerar uma “possibilidade” do usuário poder ver outras palestras relacionadas.

E era isto! E o blog aqui do wordpress? Ele funciona como linha de raciocínio na cola dos diversos assuntos. Ao falar sobre uma pessoa, de uma história ou simplesmente de um vídeo.

Amadurecimento… tem regra?

gol-no-ar-gnt-amadurecimento Na minha viagem para São Paulo na semana passada, tive a oportunidade de assistir um episódio do programa Alternativa Saúde (GNT), pelo “Gol no ar“, uma wifi liberada nos vôos da Gol com vários canais com leituras e vídeos.

O ponto base do programa era discutir o morar com os pais ou não morar com os pais. Eu acho o assunto bem relativo e depende muito dos objetivos que cada um está buscando.

Já tinha lido uma matéria no jornal sobre o assunto de pessoas que se diziam “independentes” mas dependiam financeiramente dos pais para viver.

Comecei a ajudar meus pais quando comecei a trabalhar, aos 17 anos. Para mim foi uma questão  automática, de perceber que eu estava habilitado para aplicar o senso de responsabilidade pelo que consumia e usava da casa. Também me sentindo dono e portanto querendo compartilhar e colaborar.

No programa se trata de algumas tentações, que é quando morar com os pais permite uma facilidade só encontrada em hotéis. Cama, alimentação, tudo a disposição, reposição automática, parece mágica. E sem precisar passar o cartão de crédito/débito/drébito.

Acho que o ponto é transformar a relação, como é discutido no programa. De se entender que ok, você pode morar com seus pais, ou com quem quer que seja, mas a visão de responsabilidade é essencial… ajuda a evoluir e buscar soluções diferentes. A buscar a sua solução. Sua vida. Não necessariamente o sair de casa,  mas na questão de apoiar na manutenção dos recursos que a casa oferece.

O outro ponto discutido vai na escolha da profissão, sobre termos algo parecido com um ciclo básico que permita uma pessoa experimentar mais e ver qual rumo quer seguir. Eu tive muita sorte de ter escolhido viver e trabalhar com assuntos que me interessam e me cativam. Assuntos que me ajudam a formar o meu propósito. A ter minhas causas. E a resposta para isto eu acho que vai acabar se resolvendo pelo dinamismo que o nosso mundo está ganhando. Olhando para a área de tecnologia da informação, existem programas pelo mundo querendo ensinar desenvolvimento de software para pessoas ainda na escola. Todo este tipo de formação de habilidades, foco nas ações, permite que jovens tenham clareza sobre o que gostam e o que deixam de gostar. De experimentar. De escolher um estilo de vida.

Agora… mesmo com a escolha mal feita, como se manter no trilho da felicidade. Como fazer acontecer? E se der errado o processo de escolha profissional? Eu acho que o problema está aqui. Não é em morar com os pais. É em ter coragem de se adaptar. Coragem de buscar o que se acredita. Solução?

Vejo uma mistura de conseguir manter a vida leve, e desde cedo aprender que crescer e fazer acontecer na nossa carreira, é uma decisão nossa. Somente nossa.

Follow Friday #FF – Você usa?

Eu comecei a fazer o uso da hashtag #FF (Follow Friday) nas sextas-feiras para poder referenciar uma galera que eu considero fera. Fui atrás para saber boas práticas sobre o assunto.

Meu processo está sendo: 

  1. Fazer o uso dos #FF temáticos. Ou seja, todas pessoas referenciadas estão ali por algum motivo.
  2. Adicionar no #FF o motivo. Eu tenho procurado usar hashtags para poder situar a função dos #FF naquela semana.
  3. Procurar fazer poucas menções. O legal pode ser fazer a indicação da pessoa e explicar porque.
  4. Faça sem esperar que alguém faça por você.

São poucos pontos, mas que na minha prática tem funcionado legal. Aproveita que hoje é sexta-feira e faz um teste aí!

Eventos abertos de agosto que vou palestrar!

Neste mês de agosto tem alguns eventos legais que vou participar em São Paulo! Chega aí!

  • 28 de agosto: workshop Da visão à Produção, para quem quer aprender mais sobre empreendedorismo, metodologias ágeis, modelos de negócio. Um dia inteiro com várias técnicas e práticas legais. Business Canvas, validação de modelos de negócio, modelagem de negócios, marketing, lean startup, gestão de tempo e outras muitas coisas legais para quem desenvolve produtos e quem quer criar novos produtos, serviços, trabalhar com inovação dentro da sua organização.
  • 29 de agosto: QCon. Estarei com um tutorial sobre User Stories!
  • 30 de agosto: tutorial Qual é o Seu Tempo dentro do É Dia de Java, em São Carlos. Edição especial!
  • 31 de agosto: palestra no É dia de Java, falando sobre evolução de um time de desenvolvimento, passando por várias práticas, até que este time começa a se envolver com marketing.

 

Muitas abas no Chrome!

tab-switch-plus Google Chrome aberto. O que se vê? Abas, muitas abas. Até não conseguir mais ver os ícones.

Por padrão eu tenho as seguintes abas abertas:

  1. inbox de caixa de email 1
  2. inbox de caixa de email 2
  3. inbox de caixa de email 3
  4. facebook
  5. google plus
  6. tweetdeck (gestão de contas twitter)
  7. yammer (usamos desde 2009 e estamos  avaliando na empresa ele x google plus… vale um post!)

Então basicamente, meu navegador “Hello World” possui 7 abas.

Para facilitar a navegação entre as abas, o Guilherme Elias me deu uma dica de uma extensão do Google Chrome, que é muito simples, e ela monta um menu onde se consegue navegar de forma simples entre as abas.

O nome da extensão: Tab Switch Plus. Aproveite!