Não existe jeito certo de fazer algo errado

Essa é uma frase que eu falei e sigo falando muito na minha vida.
E não que eu me considere um especialista! Ainda erro por afobação, quando deveria refletir mais. E por vezes não percebo que ignorei algum princípio, o que é horrível. Por isso a reflexão contínua é importante. O aprendizado pós reflexão mais ainda.

Quando a gente faz algo que não é adequado, de vez em quando vem o papo de jeito brasileiro e outras metáforas que tentam nos enganar ou tentar validar algo que a gente sabe que não é adequado.

Continue a ler “Não existe jeito certo de fazer algo errado”

Não olhe pra dentro

Final de ano chegando é sempre um momento para explorar metas diversas, pensar naquelas aquisições materiais que não vão servir para nada, cores para vestir que indicam algo que você não faz a menor ideia de como alcançar sem uma ação divina. Símbolos para acreditar, que façam você ir para um imaginário onde tudo funciona e praticamente você não precisa conviver com você mesmo. Pessimista eu, entendo.

Várias motivações para fugir do olhar pra dentro. Para o necessário.

A verdade é que olhar para dentro pode ser bem frustrante. O olhar para dentro é um momento único, quando acontece de forma genuína. Movimento dolorido, onde a gente encontra e percebe tudo o que falta de verdade.

Do amor que faz falta. Vem em forma de tristeza. Ressentimento. Raiva. Medo, até do silêncio, por exemplo.

Tive um natal onde eu fiz esse olhar pra dentro.

Continue a ler “Não olhe pra dentro”

A vida real já é desafiadora o suficiente. Cuidado com os desafios que você cria por aí.

As coisas que fazemos no nosso dia a dia são o próprio desafio. Por vezes criamos estruturas de apoio para nos ajudar a fazer o que precisamos fazer ou para fazer o que não estamos conseguindo ter cadência para fazer.

Só que é preciso entender que talvez para você já seja desafiador dormir, estudar, fazer duas ou três refeições, manter contato com amizades… o jogo está posto e é real.

Continue a ler “A vida real já é desafiadora o suficiente. Cuidado com os desafios que você cria por aí.”

Simplicity confuses people 

I’ve reading Gary Vee about this today. The email was from Dec 20th 2021, but the simplicity message is close to me as far as 2003 when I read something about:

Simplicity–the art of maximizing the amount of work not done–is essential.

— The Agile Manifesto

This was mind blowing as I was learning about this thing called agility and extreme programming.

Continue a ler “Simplicity confuses people “

Delay to… when?

You can postpone some dreams and projects, but sometimes we are moving things away to some point in time where we can’t actually figure when it is going to happen.

This is not right, right?

I mean, we should be able to define some sort of checkpoint. Sometimes we can’t even cancel stuff, because we are waiting something.

Continue a ler “Delay to… when?”

Escreva para esquecer

Quando penso em ajudar pessoas na organização de tempo, uma das principais sugestões que passo é sobre o anotar o que está acontecendo. Anotar onde fizer sentido. Normalmente conto sobre meu caminho passando por ferramentas físicas e depois para digitais e hoje como eu fico me organizando.

E aí muitas pessoas vem sempre com uma conclusão clássica, de que este movimento é para poder lembrar. E eu sempre repito, que escrever serve para você poder esquecer.

Continue a ler “Escreva para esquecer”

Sem energia? Ou situações onde o piloto automático pode ser bem recebido?

Você tem momentos sem energia. Eu estou em um momento assim. Nada grave, sigo pagando boletos e trabalhando o necessário para poder seguir pagando os boletos.

Agora, tem certas atividades que faziam parte de um “algo mais” que deixaram de ser naturalmente executadas. Algumas delas eu deixei quieto e em algum momento retomarei. Outras, precisei ativar um modo parecido com o modo do piloto automático. Na prática, um esforço extra para fazer o que preciso fazer.

Continue a ler “Sem energia? Ou situações onde o piloto automático pode ser bem recebido?”