Indicadores deveriam existir para apoiar. Não culpar.

Acho que conecta com a visão de responsabilidade e responsabilizar também.

Toda métrica deveria ajudar uma equipe no seu caminho de aprendizado. Uma métrica ajuda uma equipe a entender melhor do seu funcionamento e a entender quais caminhos podem ser possíveis.

Continue a ler “Indicadores deveriam existir para apoiar. Não culpar.”

Vai, do que jeito que precisar. Se for o caso, começa pelo fim.

Sabe aquela frase, se tiver medo, vai com medo mesmo? Tem vezes que uns projetos meio que nos travam e em dado momento a gente precisa dar um passo meio sem saber se vai ter onde pisar. Salto de fé, como dizem.

Tem gente que fala que a gente não deve contar dos nossos planos, pois eles perdem força. Eu tenho notado que o fato de escrever e publicar diariamente, me gera mais força. De algum modo, escrevo minhas inquietações, e ressoa com as inquietações de outras pessoas.

A relação é com a prática, com o fazer.

Continue a ler “Vai, do que jeito que precisar. Se for o caso, começa pelo fim.”

Definitivamente sem paciência. Quando isso acontece, preciso de silêncio.

Não que eu pense que não tenho tempo para perder. Já tive épocas que eu só queria saber do que poderia dar certo, mas meio que aprendi a entender que eu vivo e cresço a partir da incerteza. Agora, isso quando eu estou em modo descoberta.

Importante também notar que eu consigo ter uma paciência bem elevada com progressos e busca por avanços e melhorias.

Continue a ler “Definitivamente sem paciência. Quando isso acontece, preciso de silêncio.”

Safe or sorry?

Prevention is a good word when you are thinking about getting stuff done and execute on things you have figured out already. Just do more about what you are doing.

But… it’s no good at all if you are trying to create something new. You will fall at some point. You will have to say sorry a few (or more) times.

And like Demi Lovato… baby, I’m sorry (I’m not sorry), but that’s just life. 😀

Continue a ler “Safe or sorry?”