Pertencimento

Buscamos pessoas que se encaixem na nossa cultura. E amanhã, quando a cultura mudar, o que você faz com todas estas pessoas? Troca?

Encaixar ou pertencer? Essa é a pergunta que deixo para você desde agora, até o vídeo que gravei pra mim em junho de 2018. Eu já tinha entendido um recado da vida, mas demorei quase 2 anos para entender.

Eu sempre faço vídeos para alguém. Esse era pra mim. E eu não percebi.

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Abertura

Employee branding, práticas para retenção de talentos, e como a gente vem criando um mercado tóxico e saturado com empresas se mostrando cada vez melhores em redes sociais e fazendo de conta que são lugares de puro sorriso e oportunidades infinitas para a felicidade das pessoas.

Tudo parece fazer parte de um jogo. Manter pessoas em empresas vira um trabalho de gamificação, e a cada dificuldade encontrada se desenvolvem novas dinâmicas e quebra gelos para permitir iniciar algum trabalho de mudança ou de adição de novos processos.

Dá pra gente recomeçar?

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Proaction Cafe

Think about a way to bring people together and make them able to help, co-create and grow projects. I thought about different approaches, small groups, time management and different sorts of dynamics.

But when I found proaction cafe something clicked.

A powerful connection, people eager to help and get help, people filled with abundance and the opportunity to unlock people and projects.

It’s an awesome feeling. How it works?

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O poder da multidão

Ou a necessidade de operarmos em abundância. Esse negócio de escassez ou abundância parece tão batido e óbvio mas não me parece ser real.

Não fosse isso não teríamos casos de pessoas que querem furar fila para receber uma vacina primeiro, que pegam todo o estoque de um produto para garantir a sua alimentação, ou que seguram e atrasam o seu trabalho e esperam algum tipo de “troca” ou motivação para poder priorizar.

Já ouvi de pessoas que não davam o seu melhor no trabalho por causa do valor que recebiam. Já ouvi pessoas querendo saber somente do que era relevante para elas, sem considerar a vivência em comunidade e o fato de que não somos o centro do planeta.

Somos algo bem pequeno dentro do contexto mundial. Agora, pequenos movimentos, positivos e intencionais, podem fazer muita diferença.

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Café da proatividade

Era um dia cedo e eu estava assumindo um trabalho com uma equipe de atendimento. Eu tinha meia hora para conversar com a equipe antes que o telefone e chamados começassem a chegar. Eu precisava saber o que aquelas pessoas já sabiam. Eu precisava saber o que elas percebiam. E precisava que elas pudessem contar o que poderia acontecer com a equipe.

Poderia ser um brainstorm simples? Poderia, mas provavelmente teria 2-3 pessoas falando e as outras falando “isso aí”, “concordo” ou alguns balançar de cabeça não querendo desafiar alguma informação no ar.

Sabe que nestes casos o tempo curto ajuda pessoas a não terem tempo de julgar? É algo que percebo quando trabalho algumas dinâmicas. As pessoas estão preocupadas em mostrar que conseguem fazer a tarefa requisitada, e não se preocupam com o que outras pessoas estão escrevendo.

Só de chegar, juntar o pessoal, dar bom dia, explicar o contexto de estarmos ali, já tinha gasto 5 minutos. Ok, agora eu tinha 25 minutos sobrando para rodar algo que pudesse me ajudar a ganhar mais contexto sobre o trabalho atual e possibilidades.

A minha escolha foi o proaction cafe. Adaptado para um processo de passado, presente e futuro. Explico.

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OpenSpaces

Imagina poder construir o evento com quem está presente nele? E fugir de agendas rígidas só com monólogos?

Quando estou em eventos palestrando, costumo ficar fora das salas de palestra, fazendo a conversa do corredor acontecer ou buscando espaços de roda para trocar ideia. Costumo buscar pessoas para poder operar como mentor ou receber mentoria também em algum assunto que esteja acontecendo comigo.

Por vezes espero a palestra da pessoa terminar (já vi a palestra gravada em outro evento) e já peço um espaço para trocar ideia. Muitas vezes aproveito para gravar a entrevista e publicar nas minhas redes, com a expectativa de que minhas perguntas podem ser de interesse de outras pessoas também.

Alguns eventos entendem que este tipo de conexão de conversa aberta acontece e conseguem organizar espaços físicos e até mesmo espaços na agenda permitindo que as pessoas se organizem em grupos para falar e trocar ideia sobre assuntos do interesse daquele pequeno grupo de pessoas.

Aí chegamos nos Open Spaces.

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Círculo como gerador de fluxo em conversas.

Me lembro que em dado momento da minha vida eu estava aprendendo uma série de práticas para condução de grupos. Quebra gelos, práticas de coleta, organização de quadros, visualização, formas de organizar listas e planilhas de tarefas.

Junto com isso eu também estava fazendo uma formação em programação neurolinguística, também aprendendo um monte de técnicas e formas de organizar, de aplicar as técnicas.

Aí em dado momento, passei a entender que depois que eu tinha clareza do estado presente e da pergunta / desafio, o restante era fácil.

Como chegar nesta pergunta?

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Fishbowl ou aquário para trabalhar conhecimento emergente

Eu posso deter todo o conhecimento sobre um determinado assunto. Meu próximo passo é sempre me tornar inútil no mesmo. Isso acontece de algumas formas, aulas estilo monólogo, entrevistas, painéis, conversas que possam ajudar pessoas terem um espaço de reflexão e conhecimento de outras histórias.

Agora, eu gosto mesmo é poder usar uma palestra como um momento de ignição para uma troca de ideias, e para isso o fishbowl (aquário) é a minha prática de preferência.

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