Suponha, ou a ciência do chute.

CHUTE pode ser descrito como “cálculo hipotético universal técnico estimativo”. Uma definição para amparar a nossa incapacidade de ter uma certeza. É uma suposição, com tudo o que sabemos até aquele momento. Eu uso suposições para poder seguir em frente, quando me falta conhecimento sobre determinado assunto.

A oportunidade vai embora, lembra disso

Um professor uma vez me falou que oportunidade era para ser agarrada de frente. Depois dela passar, não existe “dar um jeito” de recuperar. Acredito muito nestes momentos e trago eles pra perto de mim quando penso em priorizar. Quando priorizo, estou dando atenção para oportunidades. Existe um processo de decisão, entendimento se algo vaiContinue a ler “A oportunidade vai embora, lembra disso”

Confia mas não esquece de pensar.

Confiança pode ser posta como princípio ou construída. Se construída, é por exemplo constituída em formato de pequenas provações ao longo do tempo. E pode ser “perdida” da mesma forma. Se é posta, é porque por padrão confiamos nas pessoas e nos processos existentes. E isso não precisa e nem deveria ser traduzido como fé.Continue a ler “Confia mas não esquece de pensar.”

Você pode não fazer nada, mas um dia vai sentir.

A gente evolui, querendo ou não. A cada situação que nossas mentes e corpos passam, temos nova consciência. O que não era possível ser percebido, agora é. Você pode escolher não sentir, mas não é sua escolha. Você pode escolher suprimir os sentimentos, mas você não suprime. Você está sentindo tudo, e reprime ao nãoContinue a ler “Você pode não fazer nada, mas um dia vai sentir.”

Suposições e o conveniente

Quando eu tenho suposições, posso ir por dois caminhos. Abrir para perguntas ou aceitar que isso pode ser verdade, até que se prove o contrário. Uma suposição pode ser conveniente. Eu trago algo como suposição por não querer gastar o tempo necessário caso eu classifique como uma real dúvida. E não tenho nada a nãoContinue a ler “Suposições e o conveniente”