“Você não é todo mundo”… frase clássica… e que deveria ser verdade. Poderia ser também “não viva no status quo”, que seria útil também!

Muitos trabalhos de avaliação esperam resultados parecidos, quando não esperam trabalhos iguais. Preencha as lacunas, marque as alternativas corretas, indique se a frase 2 e a 3 estão corretas.

O resultado em avaliações costuma ser previsível, mas deveria ser como uma forma da pessoa praticar quem ela é e conseguir consolidar um determinado aprendizado. Na realidade dela.

O status quo é aquela prova clássica de 10 perguntas repetida todos os anos para acelerar o processo de revisão dos materiais. O status quo é aquele jeito que sempre foi feito e que as pessoas não deveriam questionar. O status quo é o “eu tenho 15 anos de experiência e minha opinião vale mais que a sua”. Pensa que poderia ser pior… poderia ser “eu ganho 5 dígitos e fiz uma certificação para me tornar um profissional de 6 dígitos”. 😛

Voltando pro nosso assunto aqui.

Você é uma pessoa única.

E isso deveria determinar que você faz as coisas do seu jeito. Qual é o seu jeito? Qual é a sua arte? A sua forma de atuar determina uma visão, uma entrega, um estilo. Quem trabalha com você espera o seu estilo. Você constrói o estilo dos locais em que atua, baseado em como você funciona. A cultura das coisas é a soma de quem está por ali.

Eu sou muito mais textual do que visual. Eu sou muito mais áudio do que slides e outras formas de expressão. Sou mais da reflexão e da discussão de motivos e objetivos do que da listas e jeitos rápidos e rasos de tratar um assunto. Isso me custa bastante, mas eu escolhi este caminho e consigo viver tranquilo nele.

As pessoas por vezes questionam e determinam forma de um determinado trabalho, quando na verdade deveríamos ser capazes de validar se as pessoas estão conseguindo trazer os conceitos para a sua prática.

Uma avaliação não poderia questionar forma. Forma é parte da expressão da arte de uma pessoa. Se eu escolho falar sobre retrospectivas fazendo uma poesia, isso não diminui a seriedade nem a dedicação com que eu me coloquei para entender e trabalhar um assunto. Nem se for para falar sobre a alguma prática de tempo.

O que vai valer (sempre), é se você se conecta com o estilo de operar de uma pessoa. Esse vai ser o jogo.

Quando eu falo, ressoa para você? Tudo começa a partir disso.

— Daniel Wildt

Acompanhe minha jornada de conteúdo, participando das entregas do projeto de crowdfunding “A filosofia da tranquilidade”, lá no apoia.se/dwildt.

Publicado por dwildt

Empreendedor / Desenvolvedor de Software / Mentor / Agilista / Escritor.

3 opiniões sobre ““Você não é todo mundo”… frase clássica… e que deveria ser verdade. Poderia ser também “não viva no status quo”, que seria útil também!

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