Trocando o branch master para main no git

Eu aprendi em 2019 a criar uma branch no git. Sério. Não é clickbait:)
Em seguida explico como eu funciono.

Para quem não desenvolve software, é comum você criar estruturas auxiliares para poder modificar um pedaço do sistema e depois quando entendo que está tudo ok, você integra na linha principal. Pensa em manter uma cópia de um documento e depois a ferramenta ajuda em juntar as diferentes partes.

Eu sempre fui adepto do trunk based development, onde não existem estruturas auxiliares. Você sempre atualiza a raiz do código fonte, e é sua responsabilidade garantir que seu código vai dormir até que alguém diga que ele pode ser liberado para alguém que usa o sistema. Você faz pequenos avanços e cria controles para garantir o funcionamento, como configurações e testes automatizados. E aqui fica visível a diferença entre deploy e release.

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É uma cilada, Bino!

Em redes sociais é comum a gente engajar em posts que não deveria ter entrado. Eu escolho alguns posts onde vejo pessoas compartilhando sua falta de experiência, mas indicando pra seus leitores que aquilo é o certo e prejudicando pessoas que não tem o hábito de pensar com seus próprios modelos.

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Be yourself as hard as you can.

Document what you do. Find your passions. Every step you take, every move you make, document it. Thanks The Police. Anyways, don’t start asking for help and someone to save you, before you even tried anything. I was reading this great piece from Derek Sivers, about showing success before asking for help.

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Deixa fluir

Tudo que impede fluxo é ruim. Uma excelente forma de perceber isso é ter uma clareza visual de que o trabalho não está andando.

Se um item demora muito para ser concluído ou se muita coisa fica parada esperando respostas que não chegam nunca, temos problemas. Estes problemas indicam tarefas grandes demais, que podem ainda ser carregadas de incertezas. E talvez um processo de falta de autonomia ou falta de gestão de conhecimento. 

Todo fluxo organizado em um kanban pede limites, pede representação da realidade, pede visualização e pede políticas. E as políticas são na minha opinião a parte mais importante. As políticas emergem dos aprendizados. Os aprendizados acontecem com a prática do dia a dia, tentando fazer o trabalho acontecer. Todos problemas se resumem em saber: 

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Ritmo sustentável ou… entendendo o worklife balance!

Apesar de se “buscar um equilíbrio”, o fato é que sempre estamos dando mais atenção para uma determinada área da nossa vida. Então na prática nunca estamos em equilíbrio. E isto não é um problema. O importante é termos os momentos para refletir a respeito disto. Queremos seguir dando atenção para a área X ou queremos partir para dar mais atenção para a área Y?

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Gerentes ou pessoas capazes de gerenciar? Parte 2.

A discussão sempre é grande sobre a necessidade de ter pessoas com cargos de gerente de projetos ou gerente de qualquer coisa.

Antes de qualquer coisa, penso sobre a necessidade de entender qual princípio está guiando: o de desenvolver e somar ou o de filtrar e excluir. Muitas pessoas com cargos de gerente entendem que precisam filtrar as informações que a equipe tem acesso. “As pessoas não conseguem consumir isso assim”, dizem. E o resultado é uma equipe que não consegue tomar decisões corretas porque nunca possui todas as informações e entendimento das variáveis que guiam a decisão.

O trabalho de gestão envolve desenvolver pessoas para que elas possam viver os diferentes caminhos de descoberta e construção de aprendizado. A consequência disso é resultado.

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Nossas pessoas estão ficando enlatadas

O processo de aprendizagem no nosso país precisa melhorar, e olha quem pode ajudar nisso? Você!

De onde veio isso? 

Em uma mesa de café conversando com Graziela e Marcelo, compartilhei frustrações nas minhas incursões e entrevistas com pessoas ligadas na educação de crianças. Nesse meio do caminho cheguei a triste conclusão que a minha filha de 10 anos estava passando pelas mesmas dificuldades e frustrações que eu passei na escola 30 anos antes. Desse desabafo veio o convite de participar do BS Kids, uma ação deles com o Black Sheep Project.

Lá tive a oportunidade de conduzir um painel com o tema “Atenção: nossas pessoas estão ficando enlatadas“. Fiz esse painel junto com Carolina Cesa, Luciano Braga e Rafael Urquhart discutindo como trazer mais escuta, criatividade e fluxo para dentro deste ambiente que é tão tradicional e que precisa de mudanças. 

E deste painel veio a oportunidade de responder algumas perguntas pro Blog Maternar, sobre o tal “enlatamento”. Deixo aqui as perguntas que vieram, e meu texto de resposta, que escrevi durante um vôo Porto Alegre-São Paulo. Qualquer coisa posso dizer que estava viajando quando escrevi isso. 😛

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