Como se responde ao que recém aconteceu?

A frase começa antes. No meu entendimento, a gente não controla o que acontece conosco. No meu entendimento, controlamos como respondemos ao que acontece conosco.

E na minha prática, é a partir da quantidade de prática que eu sou capaz de responder ao que acontece comigo. É a partir da consistência de prática e do entendimento daquilo que pratico e tenho consciência. Envolve pensamento sistêmico e como eu entendo as diferentes partes e conexões.

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Você pode ir do seu jeito. Garanta que você tem espaço para cair.

Caia na real. Mesmo que o seu caminho dê certo, ainda assim você vai aprender algo. Você está prestando atenção?

Ir do seu jeito pode ser pior. Pode ser mais ainda, se você for de qualquer jeito. Aqui não falo sobre controle, falo sobre consciência do que se faz.

Aqui falo também sobre fazer DE propósito.

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Menos expectativa, mais resultado.

Ou mais prática, simplesmente?

Faz um tempo, eu fiz uma palestra falando sobre expectativa, falando sobre estabelecimento de metas e resultados.

Tava assistindo ela novamente. E fiquei pensando sobre a parte da expectativa.

Eu busco definir sempre baixas expectativas, e pra dizer a verdade, tenho uma prática de esperar sempre o pior.

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Ira com uma letra a mais se resolve.

Já falei de como tenho tentado lidar com minha raiva. O caminho vai ser longo, de recomposição, identificação de padrões e mudanças.

Eu até me divirto com esses processos, mas neste caso é algo mais crítico. Eu passo a ver as coisas acontecendo quase que em câmera lenta. A necessidade de “segurar” a raiva ou impedir que ela tome conta é a mudança da vez.

Eu consegui já segurar o padrão algumas vezes, mas hoje não funcionou. Hoje foi mais rápido e não deu tempo de ter consciência. E aí vem o aprendizado, e novos padrões a serem reconhecidos.

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Dentro de uma equipe, existem dois comportamentos: quem espera trabalho e quem procura trabalho.

Quando falo sobre trabalhabilidade penso em quais habilidades podem ser colocadas em prática em um determinado contexto. Agora, imaginando que você faz parte de uma equipe, aí existe um movimento de como você opera com as outras pessoas ali presentes.

Você espera o trabalho? Espera que alguém lhe empurre o que precisa ser feito? Ou você busca o trabalho a ser realizado? Você…?

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Linha de continuidade

O negócio é aproveitar a vida? O negócio é viver a vida como se fosse sempre o último dia? E a ansiedade disso tudo? Ou pior, acordar no dia seguinte com vergonha do que foi feito no dia anterior?

O ponto é que a forma como você vive seus dias respondem muita coisa. E principalmente se você chegou em um caminho de continuidade.

O pensamento de continuidade precisa de algo que mantém. E a inconstância perde espaço neste ponto. O caminho da prática pede passagem. A prática é onde você se conecta com quem você deveria ser agora. A prática é onde você estabelece a sua base. O seu momento. A sua estrutura. Seu presente.

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