pt: Criando um ambiente de aprendizado

December 9, 2009 dwildt Leave a comment

Quebrar paradigmas, inserir novas idéias, criar foco, criar disciplina, criar sinergia no time. Podemos olhar o papel de um coach dentro de um time ágil como alguém com iniciativa para trabalhar estes pontos. De início.

Olhando outra perspectiva, temos Terry Tate, que participou de uma série de propagandas, mostrando o papel de um “Office Linebacker“. O que Terry faz em diversos pontos é criar jogos mentais, e trabalhar muito bem a disciplina, mas não simplesmente criando avisos, alertas ou padrões, motivando as equipes. Ele garante que o time deve manter o foco.

Do seu jeito.

Dentro deste contexto, Terry tem muito mais o papel de um mentor dentro do time, apontando os pontos de falha e mostrando o caminho que as pessoas devem seguir.

Sempre lembrando, do seu jeito. :-)

De todo modo, vejo que em alguns momentos esta é a abordagem que devemos ter dentro das equipes.

Mas não do jeito do Terry Tate. ;-)

O que acaba acontecendo é que quando começamos a trabalhar com uma equipe, realizamos uma série de trabalhos em formato de consultoria e mentoring, pois o time não está habituado ainda a criar, a sugerir, não se visualiza um ambiente de transparência. Então temos que ter mais ação do que reflexão.

E como criar este ambiente de transparência e de constante “inspeção e adaptação”?

Se você tem um papel de liderança dentro de uma equipe, sua tarefa é começar a questionar mais do que sugerir ações, e deixar que as ações apareçam através da equipe, sejam nas reuniões de retrospectiva, em reuniões para analisar causa raiz de algum ponto, papos informais no café, almoço ou cerveja no final da tarde. Um toró de palpites (a.k.a. brainstorm) é uma boa prática para fazer as idéias fluirem e dar a chance das pessoas criarem sua voz dentro da equipe.

Conversando com os alunos em uma aula de Gestão Ágil de projetos, comentei sobre a importância de criar um ambiente que permita as pessoas pensarem e tomarem ações a respeito do que elas entendem que precisa ser modificado. O time deve ter estas ações, não alguém em especial dentro do time. A melhoria contínua é tarefa de todos e não de apenas 1 indivíduo. Ou de um grupo. E esta parece ser o principal problema das empresas, de ter este entendimento.

Criar um ambiente de aprendizado é algo que falamos muito dentro de Lean, criar conhecimento, tornar a organização aberta a mudança, trazer problemas a tona, resolver os problemas buscando sua causa raiz, permitir o empowerment dos indivíduos, trabalhar para a formação de lideranças.

Não gosto de papéis ou funções que possuam a palavra “líder”, pois na minha visão liderança é algo percebido pela equipe e não um rótulo que alguém pode receber na sua função dentro de uma organização.

Isto é papo para outra hora.

E aí, sua empresa está investindo em aprendizado? Que ações tem sido diferencial para você?

pt: Treinamentos em Metodologias Ágeis, voltei! Powered by TargetTrust

November 29, 2009 dwildt Leave a comment

Sempre gostei do mercado de treinamento. Trabalhei neste de 2002 a 2006 (via BlueStar, Aquasoft e WareIT), tendo a oportunidade de treinar um bom número de pessoas em Java, Delphi e Metodologias Ágeis (foco em eXtreme Programming).

Segui com o mercado de ensino através das aulas na Faculdade, FACENSA, onde estou desde 2004, ensinando Linguagens de Programação, Engenharia de Software, Qualidade e Teste de Software, Metodologias Ágeis e nas ações dos grupos de estudo, mas isto é assunto para outra hora.

A partir de 2007, comecei algumas ações internas na empresa onde trabalhava, com palestras e treinamentos de WebServices, SOA, Test Driven Development e Metodologias Ágeis, ajudando na capacitação de colegas, o que era uma excelente iniciativa na empresa. Na verdade todas empresas deveriam apoiar seus colaboradores a criar conhecimento. É uma excelente forma de capacitar com um custo muito baixo, permitindo que os próprios colaboradores realizem nivelamento de conhecimento.

Todos ganham.

Apesar de tudo isto, o interesse era trabalhar de volta no mercado, com o assunto que tenho me dedicado mais, Metodologias Ágeis.

Procurei uma empresa que pudesse me dar a chance de promover os treinamentos. Não queria me envolver com a questão comercial diretamente. Encontrei, montamos um plano, mas infelizmente não avançou. Sem problemas.

Aí no final de 2008 apareceu a oportunidade de trabalhar com uma outra empresa que tem um foco em treinamentos técnicos, a TargetTrust, e isto fechava com os treinamentos em eXtreme Programming e outras metodologias, permitindo a empresa também aumentar o seu público alvo.

Começamos a montar algumas ações durante 2009, e 2010 promete!

Lá na TargetTrust você encontra treinamentos sobre o assunto focados em Lean, eXtreme Programming, Scrum e também workshops direcionados por papel, seja você um desenvolvedor, um testador, um gerente de projetos, um analista de negócio, fora os mini-treinamentos de introdução a um determinado assunto e outros que virão para o verão.

Estou participando desta brincadeira com dois amigos que também estão neste mercado de capacitação: Guilherme Lacerda e Luiz Parzianello, que possui uma formação em Engenharia de Requisitos.

E era isto. Fica a dica para quem precisar de treinamentos em Porto Alegre e região metropolitana.
Na verdade no Rio Grande do Sul. A gente dá um jeito. :-)

en: Introduction to Test Driven Development

October 31, 2009 dwildt 1 comment

So, I have done one presentation about Test Driven Development yesterday, touching TDD concepts and also lots of concepts about Behavior Driven Development (BDD).

There are simple concepts about the test first process. You have to write a test that fails, write code to make the test pass and then refactor your code. Keep the bar green to keep the code clean, remember this.

Repeat this cycle until you don’t have anything else to test for a specific feature.

Looking at a User Story and its acceptance tests, you also have to make sure you are adding business value on every test.

Simple right?

Well, you have to practice.

A lot.

Really.

I’m not kidding.

Believe me.

By the way, don’t leave technical debt behind.

Just for information, currently I manage teams developing in Java (Web), Java (Mobile) and Delphi (Desktop/WebBroker).

Looking at Java Web, I’m starting to teach teams how to use JUnit for automated unit tests, and code coverage with Emma and EclEmma (Eclipse Plug-in).

For Java Mobile, the solution will be based on J2ME Unit and Cobertura for Java ME.

And Delphi, we are going with DUnit and Delphi Discover, a Coverage Tool for Delphi programmers.

And also looking at test automation, both Delphi and Java Web apps will use Selenium to help on automation of web processes.

Well, you can wait more articles on each of those tools and relation to Agile Development and eXtreme Programming practices.

So, remember: you are build tests for prevention of defects. With this you are also building tests to do regression testing.

Keep quality high, always.

pt: Entrevista sobre Metodologias Ágeis para o pessoal da Bluesoft

October 24, 2009 dwildt 2 comments

Conversei com o Luiz Farias da Bluesoft no Agiles 2009. O Luiz é uma figura que está em praticamente todos eventos de Metodologias Ágeis que participo, seja palestrando ou participando, se faz realmente presente na comunidade e agora está com uma série de vídeos no blog da Bluesoft.

Falei com eles sobre o uso de Metodologias Ágeis no mundo acadêmico e passei algumas dicas de sites.

Veja a entrevista, no Vimeo.



Ainda falando sobre Bluesoft, vale a pena conferir o Pronto, software open source desenvolvido pelo pessoal da própria Bluesoft para gestão de projetos que usam Metodologias Ágeis.

en: JavaFX, to learn and practice

October 5, 2009 dwildt Leave a comment

If you are looking for places to learn more about JavaFX, here are some options I’m currently using.

First, direct from the source:

And if you are looking for a great resource, that would be JavaFX with Passion online course.

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